


RESPOSTA DIRETA
A Khomp é uma fabricante brasileira de Florianópolis, e o que ela faz de melhor não é telefone: é ligar o que você já tem ao mundo IP. ATA e gateway para trazer a linha da operadora e os ramais analógicos para a central IP, porteiro que toca nos ramais, tronco digital E1 e interface celular. Todo produto tem manual e ficha técnica em português e assistência no Brasil.
Esta página organiza o catálogo pelo problema que cada equipamento resolve — e explica, antes de tudo, a diferença entre FXO e FXS, que é onde mais se erra a compra nesta categoria.
Nota fiscal
Produto novo e lacrado
Fabricação nacional
Manual em português e assistência no Brasil
Estoque nacional
Envio após confirmação do pagamento
10x sem juros
12% de desconto no Pix ou boleto
É a pergunta que mais gera compra errada, e a regra é simples: pense em quem fornece o tom de discagem.
FXO = a porta recebe o tom. É onde entra a linha da operadora. Se o prédio ou a operadora te entrega uma linha analógica e você quer usá-la na central IP, você precisa de FXO.
FXS = a porta fornece o tom. É onde você pluga um telefone analógico, um fax, um portão ou um alarme. Se o que você quer é aproveitar aparelhos antigos dentro da central IP, você precisa de FXS.
Muita instalação precisa dos dois ao mesmo tempo — e é para isso que existe o KAP 311, que traz uma porta de cada.
Uma consequência prática que evita devolução: o KAP 320 e o KAP 320-X são só FXO. Eles não têm porta para plugar telefone analógico.
A Khomp mantém quatro ATAs parecidos em catálogo, e a diferença entre o modelo comum e o modelo -X não é o hardware: é o software. Segundo o próprio fabricante, a versão X agrega recursos ao mesmo aparelho — mais troncos SIP, reconhecimento de atendimento real (que evita a chamada "falsa atendida" típica de porta FXO), modo de sobrevivência que mantém os ramais falando entre si quando o link cai, gravação em servidor externo e pré-atendimento por DTMF.
Na prática: se o seu caso é ligar uma linha e pronto, o modelo comum resolve. Se você tem mais de um tronco, precisa de contingência quando a internet cai, ou grava chamadas, o -X paga a diferença.
É por aqui que a Khomp resolve o problema de quem já tem linha analógica ou telefone antigo instalado.

1 FXO + 1 FXS: recebe a linha da operadora e ainda deixa você plugar um telefone analógico. É o Khomp mais vendido aqui, e resolve a instalação pequena inteira num aparelho só.

O mesmo hardware do KAP 311 com o software da versão X: mais troncos SIP, sobrevivência quando o link cai e gravação em servidor externo.

2 portas FXO — duas linhas da operadora entrando na central IP. Atenção: não tem FXS, então não é por aqui que se pluga telefone analógico.

As mesmas 2 portas FXO com o software da versão X. É o que temos em maior quantidade — bom quando o projeto pede várias unidades iguais.

8 portas FXS: oito telefones analógicos, fax ou portões ligados à central IP. Para quem tem um andar ou um anexo inteiro para migrar.

4 portas FXS — a mesma ideia em escala menor, para a sala que ficou com quatro aparelhos antigos.
A entrada do prédio tocando nos ramais, na mesma rede — sem cabeamento dedicado.

Porteiro SIP que chama o ramal como se fosse uma extensão. Alimentação 12 V: garanta que existe tomada ou fonte no ponto da portaria.

O mesmo porteiro com PoE — alimentado pelo próprio cabo de rede. É a versão que evita obra elétrica na portaria, e costuma ser a escolha certa quando o ponto é longe do quadro.

Porteiro de parede com 2 relés: além de chamar o ramal, aciona fechadura e portão direto, sem módulo extra.

Videoporteiro IP com PoE: quem atende vê quem está na entrada antes de abrir.

Anunciador SIP de 13 W com PoE — transforma a central em sistema de aviso para corredor, pátio ou linha de produção.
A linha de mesa da marca — dois modelos, e a diferença entre eles decide a instalação.

2 linhas SIP e conferência a 3. Atenção: este modelo não tem PoE (precisa de fonte e tomada) e não é fixável em parede — é aparelho de mesa.

3 linhas SIP com Gigabit e PoE, conferência a 5 e suporte para parede. É o que escolher quando o posto não tem tomada sobrando ou o aparelho vai para a parede.
Para quem tem link E1 da operadora ou quer usar chip de celular como tronco.

1 link E1 com 30 canais convertido para SIP, com sinalização R2 e ISDN. O conector é BNC coaxial — escolha esta versão se é assim que a operadora entrega o seu E1.

O mesmo equipamento com entrada RJ45. Quem decide entre as duas versões não é o seu PABX — é o tipo de conector que chega da operadora.

4 canais VoLTE: coloca chips de celular como tronco da central. Corta o custo de fixo-móvel e serve de contingência quando o link cai.
A seleção acima está organizada pelo problema que cada equipamento resolve. Temos ainda a linha UMG de maior porte — gateways de 24 e 48 portas FXS e os modelos modulares UMG 300, que se montam por placas de E1, FXS, FXO ou GSM conforme o projeto. Como a configuração certa depende do que existe do outro lado, esses casos se fecham conversando. A lista atualizada, com preço e prazo pelo seu CEP, fica em todos os produtos Khomp.
O prédio me entrega uma linha analógica e eu quero usá-la na central IP
Gateway com porta FXO — uma porta por linha
Tenho telefones analógicos que ainda funcionam
Porta FXS — conte uma por aparelho
A internet cai e os ramais precisam continuar falando entre si
Modelo com modo de sobrevivência — é o que a versão X acrescenta
Quero a portaria chamando os ramais
Porteiro SIP — e confira se há energia no ponto ou se precisa de PoE
COMECE POR
IP Intercom 101 PoEIP Wall 201
Tenho um link E1 da operadora
Gateway E1 de 30 canais — o conector define a versão
COMECE POR
UMG 100R BNCUMG 100R RJ45
Gateway e ATA só servem depois de registrados na central, e o erro mais comum não é de equipamento — é de papel: configurar como ramal o que deveria ser tronco, ou o contrário. Para clientes Lojamundi, o suporte técnico é gratuito antes e depois da compra: antes, para dizer quantas portas FXO e FXS o seu caso exige; depois, para colocar tudo no ar. Somos uma casa técnica de VoIP há mais de 20 anos, e é essa conversa antes do pedido que evita comprar porta a mais ou a menos.
Quase sempre não é o equipamento — é o papel que ele recebeu na central. Configurar como ramal o que deveria ser tronco (ou o contrário) é o erro nº 1 desta categoria, e ele engana porque o aparelho até registra.
A regra prática: se o que chega no seu ponto é uma linha da operadora ou um ramal analógico do prédio, você precisa de uma porta FXO, e ela entra na central como tronco. Se o que você quer é plugar um telefone analógico, é porta FXS, e ela vira ramal. Na dúvida, fale com a gente antes de comprar — leva cinco minutos e evita a devolução.
Depende da versão, e essa é a diferença que decide a instalação. O modelo padrão é alimentado por 12 V — ou seja, precisa de energia no ponto da portaria, o que muitas vezes significa obra elétrica. A versão com PoE é alimentada pelo próprio cabo de rede.
Se o ponto da portaria fica longe do quadro, a versão PoE costuma sair mais barata no total, mesmo custando mais no aparelho — porque elimina o eletricista.
A diferença que mais pesa não está nas linhas SIP, está na alimentação e na fixação.
O K1 N tem 2 linhas SIP, conferência a três, e não tem PoE: precisa de fonte e tomada. Ele também não é fixável em parede — é aparelho de mesa.
O K2 tem 3 linhas SIP, porta Gigabit, PoE, conferência a cinco e aceita fixação em parede.
Na prática: posto de mesa com tomada disponível, o K1 N resolve e sai mais barato. Posto sem tomada, corredor ou parede, é K2.
É software, não hardware. O aparelho é o mesmo — mesmas portas, mesmo tamanho, mesma fonte. O que a versão X acrescenta são recursos: mais troncos SIP, reconhecimento de atendimento real (que evita a "falsa atendida", quando a porta FXO considera atendida uma chamada que ninguém pegou), modo de sobrevivência — os ramais continuam falando entre si mesmo com o link caído —, gravação em servidor externo e pré-atendimento por DTMF.
Se o seu caso é ligar uma linha e pronto, o modelo comum basta. Se você tem mais de um tronco, não pode ficar mudo quando a internet cai, ou grava chamadas, a versão X paga a diferença.
Os equipamentos falam SIP 2.0 padrão e se registram em qualquer central que fale SIP, seja local ou na nuvem — como tronco ou como ramal, conforme o papel que você escolher (veja a primeira pergunta).
O que nós não afirmamos é homologação por esta ou aquela central específica: isso muda com o tempo e quem responde é o fabricante da central. Pergunte a ele, ou teste uma unidade antes de fechar volume — e conte com a gente para esse teste.
É, e muda três coisas concretas.
A engenharia e a fábrica ficam em Florianópolis. Todo produto tem manual e ficha técnica em português — o que parece detalhe até você precisar configurar um gateway às onze da noite e só encontrar documentação em inglês. E garantia e assistência se resolvem no país, sem importação.
Para quem monta telefonia corporativa no Brasil, é o tipo de coisa que só se percebe quando dá problema — e aí faz toda a diferença.
Os modelos desta página são mantidos em estoque nacional e saem após a confirmação do pagamento. Como o estoque gira, a disponibilidade e o prazo de entrega aparecem sempre atualizados na página de cada produto, calculados pelo seu CEP.
Não sabe quantas portas o seu caso precisa? Diga quantas linhas entram da operadora, quantos aparelhos analógicos existem hoje e se há PoE no ponto — um especialista em telefonia IP monta a lista certa, sem vender porta a mais.
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